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Tempo, experiência e disruptura: tudo que uma startup precisa

Por José Renato Autílio

Quase que diariamente sou consultado para falar, esclarecer ou assessorar interessados em abrir um novo negócio. Não incentivo ninguém a lançar mão de uma carreira se não tiver, primeiramente, o perfil para empreender. Outro ponto relevante – e não menos importante – é a ideia oriunda de um sonho. E, por fim, a disponibilidade de recursos financeiros para “startar” o novo negócio.

Quando percebo que existem propósitos sólidos para isso, iniciamos um processo que denomino de “alavancagen”.  Aqui, detalho um business plan completo para entender a ideia, todos os seus processos, os investimentos necessários (em curto, médio e longo prazos) e se é necessário atrair investidores, nos seus diversos modelos e perfis.

Ao empreender é necessário muito planejamento e rotinas bem definidas. O modelo do negócio pode sofrer alguma mudança de rota, mas sua essência não deve ser alterada, sob pena de se tornar uma startup nascida da própria startup. Esse “cacoete” é muito comum entre novatos no ramo, que costumam criar seus próprios sabotadores invisíveis diante do receio da frustração do lançamento do seu próprio negócio: acordar de um sonho muitas vezes não é legal. Mas, quando o planejamento é feito e os riscos bem administrados, não há o que temer.

Portanto, nesse movimento intenso de startups pelo mundo, não vale ter apenas uma grande ideia. O importante é ter três fatores fundamentais em minha metodologia de sucesso, que tornam uma startup diferente: tempo, experiência e disruptura.

A dosagem desses elementos aliados a uma boa ideia e às rotinas de implantação fazem, certamente, toda a diferença para uma startup de sucesso.

Ganhe tempo, crie experiências e faça algo que mude para melhor alguma coisa. Essa é a dica!

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