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O que diferencia uma agência de negócios de uma agência de publicidade?

Por Amanda Autílio

No mercado de hoje, criatividade não basta. As marcas precisam de estratégias que conectem comunicação, vendas e resultados reais. E é aqui que surge a diferença entre uma agência de negócios e uma agência de publicidade.
Enquanto a publicidade tradicional foca (muito bem) em criar campanhas bonitas, impactantes e memoráveis — uma agência de negócios vai além: pensa como sócia do cliente, com foco em crescimento sustentável. Na gen|propag, esse é o nosso diferencial. E aqui, eu te explico o porquê:

  1. A agência de publicidade vende campanhas. A agência de negócios entrega soluções. Uma campanha premiada é incrível — mas se ela não movimenta o funil de vendas ou não impulsiona os negócios, fica faltando algo. Na gen, cada projeto nasce de um entendimento profundo dos objetivos de negócio do cliente: aumentar vendas, conquistar mercado, lançar produtos ou fortalecer reputação. Criatividade? Sempre. Mas atrelada a resultados tangíveis.
  2. Estratégia primeiro, criação depois. Antes de pensar no layout, pensamos na jornada do cliente. Quem compra? Como decide? Quais objeções enfrenta? Isso nos permite criar comunicação que vende, e não apenas que encanta.
  3. De branding a vendas — tudo integrado. Publicidade, marketing, digital… Não acreditamos em “caixinhas”. Agência de negócios participa da estratégia como um todo. E entrega um plano que conecta marca, vendas e relacionamento de ponta a ponta.
  4. Foco em resultado. Não em vaidade. Nós adoramos campanhas bonitas — mas amamos ainda mais relatórios que mostram crescimento, leads, vendas e share. Nossa vaidade é ver o cliente crescendo junto com a gente. Por que isso importa ainda mais hoje? Porque o mundo não precisa de mais conteúdo só por conteúdo. Precisa de relevância.

Um bom exemplo disso vem de um gigante do entretenimento: a Marvel. O atual CEO da Disney, Bob Iger, admitiu publicamente que a Marvel perdeu o foco ao produzir conteúdo demais, especialmente para o Disney+. A busca por quantidade acabou comprometendo a qualidade das produções. Nas redes sociais, o risco é o mesmo: marcas criando um mar de postagens que não geram valor — só ruído.

E quando falamos de Inteligência Artificial, o cenário exige ainda mais cuidado. Um estudo publicado no repositório arXiv da Universidade Cornell (EUA) mostrou um salto gigantesco no uso de IA para criação de conteúdo: antes do lançamento do ChatGPT, apenas 1,5% dos textos analisados tinham indícios de terem sido criados ou alterados por IA. Nos meses seguintes, esse número chegou a ser 10 vezes maior em algumas categorias. Assim como outros especialistas, os pesquisadores alertam: “A IA generativa pode acabar limitando a criatividade humana” — principalmente quando usada sem estratégia ou reflexão.

Quer um exemplo real de conteúdo fora da curva? Se estamos falando de qualidade que gera conexão, não posso deixar de recomendar o podcast “Gostosas Também Choram”, da Lela Brandão. Em tempos de vídeos de 15 segundos e conteúdos descartáveis, Lela faz o oposto: segura a atenção de milhares de ouvintes por mais de 40 minutos — com conversas íntimas, profundas e sem roteiros. Um verdadeiro ponto fora da curva. E um lembrete claro: qualidade, verdade e conexão humana seguem sendo insubstituíveis — com ou sem IA.

Resumo? Na gen|propag, não entregamos só campanhas — entregamos estratégias que fazem as marcas crescerem de verdade. E se você quer uma agência que pensa como sócia do seu negócio, vamos conversar.

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